quinta-feira, 4 de dezembro de 2014



ELEMENTOS SIGNIFICATIVOS NA DEFINIÇÃO DA CULTURA ORGANIZACIONAL:


ü      CARACTERÍSTICA DE AMBIENTES E CULTURAS CRIATIVAS.

ü      A PERSPECTIVA DOS PRÓPRIOS FUNCIONÁRIOS COM RELAÇÃO ÀS NORMAS E VALORES QUE ESTIMULAM A CRIATIVIDADE INDIVIDUAL E A IMPLEMENTAÇÃO DE NOVAS IDÉIAS.

ü      CONFIANÇA E COMPARTILHAMENTO DE CONHECIMENTO.

ü      FOMENTO E PRÁTICA DO DIÁLOGO.

ü      O USO DO RECURSO TEMPO.

ü      A QUESTÃO DOS ESPAÇOS DE TRABALHO.

ü      CELEBRAÇÕES.



Fatores impeditivos para a criatividade:

ü      A pressão para conformar-se.

ü      Atitudes e meios excessivamente autoritários.

ü      Medo do ridículo.

ü      Intolerância para com as atitudes mais joviais.

ü      Excesso de ênfase nas recompensas e nos sucessos imediatos.

ü      A busca excessiva de certeza.

ü      Hostilidade para com a personalidade divergente.

ü      Falta de tempo para pensar.

ü      Rigidez da organização.





Sugestões para os gestores superarem as barreiras à criatividade:

ü      Criarem condições para um aprendizado autogerador, para que as pessoas que desejam ser criativas dentro da empresa obtenham estímulos em si mesmas, vindos de sua própria atitude.

ü      Tomem cuidado para que o meio não seja autoritário em excesso.

ü      Pressionem para o subordinado super aprender.

ü      Na medida do possível, posterguem os seus julgamentos, mesmo quando já puder tê-los formado.

ü      Dividam com seu pessoal as suas experiências, sem ciúmes profissionais nem superioridade.

ü      Estimulem a flexibilidade intelectual, encarando a solução de qualquer problema de várias formas.

ü      Encorajem a auto-avaliação do processo individual, permitindo que o próprio colaborador analise o seu trabalho e o seu desenvolvimento.

ü      Ajudem seu pessoal a tornar-se mais sensível.

ü      Forneçam, freqüentemente, oportunidades para que todos exercitem sua criatividade.

ü      Auxiliem cada colaborador a compreender, aceitar e superar os seus fracassos.


ü      Insistam para que os problemas sejam abordados como um todo.


                                                                                                        Por: Patrícia S. Ferraz
Os novos líderes já estão mudando a educação corporativa


As empresas estão cada vez mais conscientes de que é preciso não apenas fazer diferente, mas fazer bem feito, pois o atual modo de produção e consumo é insustentável. Novas competências e habilidades já estão sendo buscadas pela nova geração, que tende a ser a liderança do futuro. O que empresa e profissional têm em
comum nessa transformação? Um dos atributos mais importantes de uma empresa que se comporte com responsabilidade social é a realização de práticas empresariais sustentáveis. Essa gestão precisa basear-se em pelo menos dois pilares: 1) inovação de processos, produtos e serviços; e 2) desenvolvimento de novas competências. As empresas estão cada vez mais conscientes de que é preciso não apenas fazer diferente, mas fazer bem feito, pois o atual modo de produção e consumo é insustentável.
Outras competências e habilidades já estão sendo buscadas pela nova geração, que tende a ser a liderança do futuro. O que empresa e profissional têm em comum nessa transformação? É o que vamos comentar agora.
Nova geração, novos comportamentos.
Já comentamos neste espaço uma pesquisa feita pela IBM no início do ano passado, com 3.600 estudantes em 40 países, a respeito do que pensam esses jovens que ocuparão os cargos executivos no futuro. Três características foram reconhecidas por eles como decisivas para a liderança do século XXI: pensamento global – ou seja, o líder precisará ser um cidadão do mundo e responsabilizar-se pelo outro; sustentabilidade – entendida como respeito aos limites do planeta e busca por equilíbrio entre as atividades humanas e o meio ambiente; e integridade – no sentido de que a vida pessoal também precisa estar em equilíbrio com a vida profissional.
Tais jovens adquiriram esses valores enquanto consumidores globais, com acesso a produtos e serviços do mundo inteiro, muitas vezes com apenas alguns toques no teclado do computador. Aprenderam sobre sustentabilidade verificando informações nos rótulos, buscando confirmação de dados na internet e constatando que os negócios muitas vezes não se responsabilizam pelas ações de suas cadeias produtivas. Por isso, têm urgência em agir e consertar as coisas. O agir, no entanto, não é parecido com o que conhecemos. A ambição dessa juventude é fazer tudo diferente, e melhor. Por isso, iniciam-se na vida profissional com outros valores e objetivos.
Mudanças à vista. As demandas desses jovens têm encontrado eco nas mudanças que as universidades e as empresas já estão promovendo em seus currículos e em seus perfis profissionais.
No âmbito da academia, os cursos buscam enfatizar a pluralidade do ambiente global e dos conceitos que envolvem a liderança executiva. Os indivíduos, as empresas, os Estados e o planeta precisam de soluções novas para questões ambientais e sociais prementes. Por isso, os líderes precisam ser mais abertos ao diálogo, pautados por valores como honestidade, transparência, visão de longo prazo e respeito a todas as formas de vida.
Uma das iniciativas com foco nesses valores é a Liderança Globalmente Responsável (GRLI, da sigla em inglês), da qual participam escolas de negócio e empresas em programas educacionais com esse novo perfil. A GRLI nasceu em 2004 dentro da Fundação Européia para o Desenvolvimento de Gestão (EFMD), com apoio do Pacto Global das Nações Unidas. Começou com sete empresas e 14 escolas e hoje já tem 72 participantes. Pelo Brasil, estão a Petrobras e a Fundação Dom Cabral (FDC). Essas escolas vêm mudando sua grade curricular e fazendo com que os profissionais delas saídos levem a nova visão de compreender problemas globais e lidar com culturas diferentes.
Outras escolas que são referência, como o International Institute for Management Development (IMD), na Suíça, a Harvard Business School, nos Estados Unidos, e a Business School São Paulo (BSP), no Brasil, também já estão oferecendo cursos com foco no tripé globalização, sustentabilidade e integridade. Nas empresas para reter talentos, as empresas não estão apenas oferecendo um leque atraente de benefícios e remuneração. Elas também estão tornando mais participativa, por assim dizer, a carreira do profissional, ao abrir a possibilidade de que o próprio funcionário defina os objetivos que quer atingir, visando equilibrar as ambições profissionais com a vida pessoal. A partir dos anseios individuais é que as empresas mais avançadas em gestão responsável definem as estratégias coletivas de educação corporativa e dos planos de cargos e salários.
A gestão dessas áreas tornou-se, assim, ainda mais estratégica para as empresas. Está cada vez mais alto o investimento a ser feito para atrair e reter o profissional mais jovem, ambicioso e altamente conectado. Caso ele se sinta entediado com as tarefas ou incerto a respeito de sua carreira, não pensará duas vezes para buscar outro porto seguro.

O desafio, para as empresas, é oferecer um mix de bom salário associado ao prazer de estar aqui e a novos desafios. Por isso, é possível prever uma reviravolta não só nos cursos acadêmicos, mas na educação corporativa e na própria gestão.

                                                                                                  Por: Patrícia S. Ferraz
O VALOR DA DIVERSIDADE RACIAL NAS EMPRESAS

“As empresas oferecem uma variedade de razões para a adoção de políticas e
práticas da promoção de diversidade. A justificativas podem ser divididas em duas
categorias: ética e vantagem competitiva. Ou seja, há uma possibilidade de se
pensar na promoção de diversidade a serviço de interesses econômicos e sociais
(Bellan, 2002:17). Essas duas dimensões —uma baseada nos valores da cidadania
e outra na estratégia empresarial— são um reflexo do fato de que as empresas são
tanto instituições econômicas como instituições sociais que têm um impacto
profundo nas comunidades onde estão inseridas. O ambiente de trabalho, com seus
projetos, suas relações, suas políticas de contratação, oferece uma oportunidade
única para tratar de diversidade e inclusão; as inúmeras vantagens e sinergias que
um ambiente diversificado trazem para o desempenho da empresa e da sociedade
são praticamente inexploradas.
 Um dos valores de muitas empresas é o respeito às pessoas. A promoção da
diversidade estimula as pessoas a demonstrarem esse valor. A valorização da
diversidade é o respeito às diferenças, o exercício da tolerância, do diálogo, das
construções coletivas, de relações de parceria e de complementaridade que têm
como base a ética e a valorização, a proteção, o cuidado com a vida e a responsabilidade sobre ela e tudo que diz respeito ao bem comum. A promoção da diversidade concretiza esses valores de cidadania abraçados pelas empresas socialmente responsáveis.
 Um dos ditados de responsabilidade social empresarial é que não se pode ter uma
ilha de prosperidade num mar de miséria. Essa crença motiva as ações sociais das
empresas em parceria com organizações da sociedade civil nas áreas de educação,
saúde, e meio ambiente, por exemplo. Do ponto de vista das empresas que exercem responsabilidade social, tais intervenções ou investimento em iniciativas sociais (chamado investimento social privado) que melhora as pessoas e protege o
meio ambiente garante a sustentabilidade da sociedade e ao mesmo tempo da
empresa.
 É importante anotar que a promoção da diversidade e o combate à discriminação
constituem dois lados da mesma moeda. São estratégias complementares. A
primeira trata do que quer construir e o segundo trata do que precisa desmontar.
Tem que ter os dois para garantir maior eqüidade nas empresas. Os sindicatos têm
contribuído muito ao inserir a questão de não-discriminação na agenda empresarial,
mas o assunto é pouco discutido nas empresas. Existe uma condenação formal da discriminação nas empresas, mas nem sempre processos e ferramentas para reduzir a discriminação. É relativamente mais fácil mobilizar os funcionários pela proposta de promover a diversidade porque aborda a realidade de exclusão de uma maneira positiva. A promoção da diversidade não fala daquilo que queremos rejeitar, mas daquilo que queremos promover, estimulando discussões e práticas com base em valores éticos.

                                                                                        Por: Patrícia S. Ferraz

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

O Sonho não é mais o mesmo


Esta reportagem nos mostra claramente como o nosso mercado de trabalho tem mudado de forma rápida. Em apenas 2 anos o cenário já apresenta fortes mudanças. Mas o que mais me chamou atenção foi a pergunta: "O que faz você ter uma empresa dos sonhos?" Talvez se essa mesma pergunta fosse feita no tempo dos nossos pais, eles responderiam, estabilidade e salário. Nos dias de hoje o que mais motiva, segundo a pesquisa é em primeiro lugar crescimento profissional, seguido de desenvolvimento profissional e equilibrio entre trabalho e vida pessoal. Em cima disso faço outra pergunta: "Será que é tão difícil colocar isso em prática dentro das empresas?" Certamente teríamos profissionais mais preparados, melhores resultados do seu trabalho e mais lucratividade para a organização.

Por Alessandra Trierweiler

Gestão de Gestores

Com as ultimas postagens, deste blog, um sentimento que me desperta, e com certeza ira despertar a mais pessoas, é que, por que meu(s) gestor(es) não tem um comprometimento comigo como eu tenho com minha equipe?

Localizei, em uma reportagem, de 24/08/2014, da Revista Veja, que relata o seguinte:

“Mesas de ping-pong não retêm talentos no Vale do Silício: Poltronas e pufes coloridos, mesas de sinuca e ping-pong, máquinas de guloseimas e até escorregadores conectando um andar ao outro se tornaram marcas de ambientes de trabalho de empresas como Google, Facebook e demais companhias inovadoras. O retrato é divertido. Mas não é isso que garante a satisfação e o alto desempenho de funcionários — especialmente os jovens. Essa é constatação da americana Rebecca Cantieri, de 39 anos, vice-presidente de RH da companhia de pesquisas on-line SurveyMonkey, que estuda a gestão de profissionais nas empresas do Vale do Silício, coração californiano da inovação. "O Vale é, sem dúvida, um dos lugares mais inovadores do mundo. Sobretudo pelas práticas de recursos humanos mantidas pelas empresas", diz Rebecca, que trabalhou durante onze anos no departamento de recrutamento do Yahoo. Para reter os melhores, garante ela, as organizações devem "promover a aproximação entre os profissionais, especialmente entre chefes e subordinados, ouvir os funcionários, valorizá-los e, por fim, manter um clima positivo no ambiente de trabalho". Na semana passada, a americana esteve em São Paulo para apresentar os resultados de uma pesquisa que ouviu 500 brasileiros com idades entre 18 e 65 anos em todos os estados. Chamou a atenção da especialista o grau a determinação dos profissionais locais em deixar a posição que ocupam atualmente. "Um em cada três entrevistados disse estar disposto a pedir demissão em algum momento dos próximos seis meses. Entre aqueles que têm 25 anos, a taxa é ainda maior: metade quer deixar a organização em que trabalha.”
(Veja toda reportagem em
http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/mesas-de-ping-pong-nao-retem-talentos-no-vale-do-silicio)

Acreditamos que a satisfação e a alegria, são fundamentais para termos nossa motivação diária. Porém, estar satisfeito não significa descansar em uma poltrona confortável ou comer doces de graça...estar alegre não é ganhar ou participar de uma partida de bilhar ou ping-pong, não é divertido escorregar de um andar para o outro, se estamos correndo para resolver um problemão.

“Estudos e mais estudos mostram que o fator número um de satisfação no trabalho é ter um bom chefe. Se o chefe é um idiota, não importa o quanto você gosta do seu trabalho, ele não vai te satisfazer. Os mais satisfeitos são aqueles cujo chefe os conhecem bem e tem os melhores interesses em mente. Os melhores líderes não encaram os créditos como algo individual; eles trabalham em equipe e compartilham os créditos. Os melhores chefes escutam os funcionários sobre como tornar o trabalho melhor (Richard A. Moran – terceiro nome mais influente do Linkedin)
(Veja toda a reportagem em
http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/a-pior-coisa-que-um-chefe-poderia-dizer-a-um-funcionario)

Motivação é ter satisfação em fazer oque gosta e alegria é se encontrar com quem gosta.

Tenho praticado com meus lideres, e a minha satisfação tem melhorado.
Postado por Leandro.

Motivacional - Trabalho em equipe - Juntos fazemos mais e melhor!



Boa tarde

Segue video que retrata que somos muito mais fortes quando trabalhamos em equipe.

Postado por: Ismael D. da Rosa
Bom dia

Segue algumas piadas para descontrairmos e refletirmos sobre posturas e ações como lideres;



5 piadas que ensinam muito sobre gestão e negócios

Quem não se lembra daquele professor do cursinho pré-vestibular que era capaz de ensinar as lições mais complicadas apenas com uma piada? Aquela que você lembra até hoje.

Pois é. No mundo dos negócios, não é diferente. Bons professores de MBA alternam conceitos pesados com piadinhas didáticas e, creia, você vai se lembrar mais das últimas, do que dos primeiros. E não há nada de errado nisso, desde que você entenda – e aplique – a lição.

Veja, a seguir, algumas anedotas que ensinam coisas bem sérias sobre gestão, liderança e negócios:

A mensagem de Deus
Um condenado à morte esperava a hora de sua execução, quando o padre chega para lhe dar a última bênção.
- Meu filho, nesta hora difícil, vim lhe trazer a palavra de Deus.
- Não precisa, padre. Daqui a pouco, vou falar com Ele pessoalmente.

Lição: não adianta nada ter um bom produto, se você não sabe abordar o cliente corretamente.

Vistoria
O presidente de uma grande empresa aparece na linha de produção para uma inspeção de rotina. Procura o encarregado e lhe pergunta:
- Quantos funcionários trabalham neste setor?
Depois de pensar um pouco, o encarregado responde:
- Olha... mais ou menos a metade!

Lição: de que adianta ter muita gente, se a equipe não está motivada? Saiba inspirar seus colaboradores, para que não estejam lá apenas de “corpo presente.”

Insônia
O homem está com olheiras profundas, sonolento, bocejando. Quase não se aguenta na cadeira, diante do médico.
- Doutor, faz meses que não consigo dormir à noite – diz, muito abatido.
- Isso é grave. Você se lembra de quando isso começou?
- Sim, doutor. Desde que virei guarda noturno...

Lição: esteja certo de que você compreendeu todos os aspectos de uma tarefa ou cargo, antes de aceitá-los. Os positivos e os negativos. Somente isso lhe dará segurança para saber se você está preparado para o desafio.

Cientista maluco
O cientista está pesquisando uma aranha. Arranca duas patas dela, e grita: anda! A aranha reage e anda. Arranca mais duas patas e grita de novo: anda! O inseto se mexe. Arranca outras duas e dá uma nova ordem. O bicho, com dificuldade, se arrasta. Por fim, arranca as duas últimas patas e grita: anda! O inseto permanece imóvel. Anda!, grita de novo. Anda! E o bicho não esboça nenhuma reação.
Então, o cientista anota em seu notebook:
- Conclusão da pesquisa: aranhas sem patas ficam surdas.

Lição: muitos gestores têm brilhantes conclusões para os problemas errados. Tenha certeza de que você e sua equipe são capazes de mapear os verdadeiros problemas da companhia – e encontrar as ideias corretas para resolvê-los.

O novo presidente
Um novo presidente é contratado e sua missão é tornar a empresa mais produtiva. No primeiro dia, em uma ronda pela companhia, encontra um rapaz encostado na parede, com as mãos no bolso e um ar entediado. Para mostrar como seria daqui em diante, o presidente lhe pergunta, energicamente:
- Quanto você ganha por mês, rapaz?
- Trezentos reais, doutor. Por quê?
O presidente tira o dinheiro do bolso e lhe dá, teatralmente.
- Tome o seu salário. E agora suma daqui. Não quero vê-lo nunca mais!
O rapaz pega o dinheiro e sai sem dizer nada. O presidente, triunfante, pergunta aos funcionários por perto:
- O que esse rapaz fazia aqui?
- Ele veio entregar a pizza, e estava esperando a gente juntar o dinheiro para pagá-lo.

Lição: conheça profundamente sua equipe, antes de tomar qualquer decisão. Caso contrário, você pode ser visto como alguém precipitado. E que, por isso mesmo, faz a coisa errada.


Postado por: Ismael D. da Rosa