sexta-feira, 17 de outubro de 2014

A primeira controvérsia que envolve o conceito de liderança é saber se ele define uma característica que pode ser desenvolvida ou se liderança é uma característica pessoal, genética. Minha opinião é quando as pessoas falam conscientemente. Isto é, quando falam o que pesam, referem – se à liderança como instrumento gerencial indispensável e que, felizmente, pode ser desenvolvido.     Quando no entanto, falam no plano do que sentem, ou seja, valendo – se do emocional, vêem a liderança como característica pessoal, que alguns têm e outros não. Acreditam que aqueles que a possuem trazem – na desde o berço. No imaginário das pessoas, o líder chora mais alto no berçário. Nem a crença nem a busca para definir liderança são novas. A primeira tentativa foi feita por Platão no ano II a.C . Também o psicólogo Willian James, em 1880, afirmou que homens como Julio César ou Alexandre, o Grande, já teriam nascido com os traços de personalidade que os levaram à grandeza. Os pesquisadores, contudo, nunca identificaram traços que pudessem ser consistentemente associados à liderança.  No início do século XX, a pergunta “como são os líderes?” deu lugar à questão “o que fazem os líderes?”. Nascia a teoria comportamental, e esta provou que comportamentos podem ser aprendidos, mas, para resultarem em liderança efetiva, devem ser adaptados a situações específicas. O enfoque nos aspectos situacionais da liderança se mantém até os dias de hoje.

Fonte: Superdicas.

Paulo Gaudencio (Consultor para diagnóstico empresarial, desenvolvimento humano, comportamento e relacionamento no grupo profissional.)  - Se tornar um verdadeiro líder. –      São Paulo – Editora Saraiva. 2008.


 
 Postado por: Dieison Kunst (ALEMÃO



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