quinta-feira, 6 de novembro de 2014

As principais causas de demissão no Brasil

Segundo pesquisas, as principais causas de demissões no Brasil, se dá ao baixo desempenho no trabalho. Acredito que isso seja resultado da insatisfação dos funcionários com seus cargos e salários, pois se não há motivação e reconhecimento, em contrapartida não terá um bom desempenho no trabalho.

Fica ai uma frase do Steve Jobs para reflexão:


As principais causas de demissão no Brasil


Uma pesquisa da consultoria Robert Half na revista EXAME mostrou os motivos que levam empregadores a ordenarem demissões no Brasil. Segundo os diretores de recursos humanos ouvidos pelo estudo, a principal razão para desligar um funcionário é o fraco desempenho no trabalho.

"O principal recado que fica para o profissional é que as empresas estão cobrando resultados mais do que nunca", diz Caio Arnaes, gerente sênior da Robert Half. O baixo nível de performance ficou no topo do ranking, com 34% das respostas.

Problemas associados ao comportamento do funcionário apareceram em seguida. Falta de aderência à cultura da empresa e dificuldades de relacionamento com a equipe foram questões citadas por 26% e 16% dos entrevistados, respectivamente.

Segundo Caio, mesmo os problemas pessoais, não associados à capacidade técnica do profissional, acabam resvalando na produtividade do funcionário. "Se você não combina com a maneira de ser da empresa ou não se dá bem com as outras pessoas, dificilmente terá uma boa performance", afirma ele.

Veja abaixo a tabela com as razões mais comuns para que empregadores demitam um funcionário:
Motivo% de entrevistados que citaram
Baixo desempenho34%
Falta de adequação à cultura da empresa26%
Relacionamento ruim com a equipe16%
Atrasos e faltas12%
Relacionamento ruim com o superior10%
Outros motivos2%



Postado por Ana Reis

Roda da Vida - Você Conhece a Si Mesmo?

Boa tarde Pessoal!

Com a reportagem que tivemos postada pela nossa colega, Luana Tesser, com o titulo de “Liderança”, o assunto realmente me envolveu. Busquei novamente uma ferramenta que, provavelmente, todos já utilizaram ou já ouviram falar, a “Roda da Vida”.

A roda da vida é um sistema de auto-avaliação, originalmente desenvolvido pelos hindus, e é uma das ferramentas mais simples e mais utilizadas por coaches profissionais para mapear como estão as principais áreas da vida de uma pessoa em um determinado momento.

A roda é composta por um círculo com diversas divisões. Em cada uma delas é definida uma esfera da vida considerada fundamental para a conquista do equilíbrio pessoal. Cada esfera deve ser avaliada atribuindo-se uma pontuação de 0 a 10 (ou de 0 a 100%) que reflita o quanto o avaliado está satisfeito com a área em questão.

Depois de mapeadas todas as áreas, analisa-se a roda da vida resultante.

O grande objetivo é detectar qual a área de alavanca neste momento, ou seja, qual das esferas na roda da vida, que se a pessoa colocar um pouco mais de foco, será responsável por maiores mudanças em um número maior de áreas ou na vida como um todo.

Abaixo segue link, com a ferramenta on-line, que localizei no site Mr.Coach:


Tenho um resultado que fiz no inicio do ano, e vou guardar para poder medir minha real evolução, deixo como sugestão.
“...quem lidera precisa ser exemplo, ter inteligência emocional e coerência entre o que diz e o que faz. (Cesar Souza)”

Por Leandro.
Pessoal, na empresa que eu trabalho, temos assinatura de mensagens semanais - Motivação e Sucesso do Professor Luiz Marins, onde encontramos textos de incentivo e motivação que utiliza os métodos da antropologia para a obtenção de resultados voltados para o mercado em que as empresas atuam.
Agora deixo aqui um dos textos que eu li e achei interessante, que fala dos três focos essenciais de um líder. Boa leitura!

Três focos essenciais de um líder

1º Foco Interno - o líder tem que prestar atenção nos seus sentimentos internos; acreditar nos sinais dados por seu corpo; acreditar nos seus sentimentos não racionais. Ele dá como exemplo aquela sensação estranha que você sente quando alguma coisa não vai dar certo naquele negócio ou decisão. Grandes líderes obedecem essas reações. Bons líderes conhecem e respeitam suas reações internas;

2º Empatia - o líder deve aprender a se colocar no lugar de seus liderados. Ele cita três tipos necessários de empatia:

  • (a) Empatia cognitiva - quando o líder procura entender as razões e argumentações de seus liderados, dialoga com eles buscando a compreensão racional da situação;
  • (b) Empatia emocional - quando o líder procura entender como seus liderados estão se sentindo em determinada situação. Qual o papel que as emoções podem estar tendo;
  • (c) Empatia de servir - quando o líder demonstra a seus liderados que está disposto a ajudá-los a crescer. É uma empatia de lealdade em relação a seus liderados, demonstrando confiança;

3º Foco Externo - o líder tem que entender o sistema em que está inserido. Ele deve conhecer as políticas, a visão, a estratégia de sua empresa e de seu setor e saber trabalhar com essa visão sistêmica.

Muitos líderes podem ser excelentes em um ou dois desses focos e ainda assim não terão sucesso. Há líderes que têm foco interno e muita empatia, mas não conseguem entender o sistema em que estão inseridos. Há líderes que entendem muito bem o sistema da empresa e do setor, mas não têm empatia. Assim, é preciso desenvolver estes três focos para uma liderança eficaz. E esse desenvolvimento é possível através de uma consciência de sua necessidade e autodesenvolvimento do líder que deverá prestar muita atenção nesses três focos durante o exercício de sua liderança.

Pense nisso. Sucesso!

Postado por Ana Reis

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Liderança

Boa tarde, Pessoal!

Estava olhando as notícias no site do MSN e então me deparei com uma reportagem bem interessante falando que “Líderes não sabem gerenciar a si mesmos”. Na verdade, esta notícia é baseada nas afirmações de César Souza (presidente do Grupo Empreenda e um dos maiores experts em gestão do Brasil) que afirma que a maioria dos líderes peca em diversos aspectos, como: conciliação das diversas atividades da vida (por exemplo saúde, amigos, vida espiritual) com o trabalho, afirma também que um dos principais problemas encontrado pelos líderes é o gerenciamento de tempo, entre outros aspectos.
Achei bem interessante e por isso resolvi compartilhar o link com vocês. Segue abaixo.



Por: Luana Tesser

domingo, 2 de novembro de 2014

O uso e o mau uso do Whatsapp

Olá Colegas!

Estava assistindo TV, quando ao trocar de canal, me deparei  com  o famoso  Professor Marins, conhecido pelos seus textos que se referem a varios temas sobre  Gestão de Pessoas,  Relações Humanas, Lideranças, falando sobre o uso e o mau uso do whatsapp nas empresas.  Com a  tecnologia   que  dia a dia  vem se atualizando, é sempre importante estar atento as inovações, e como devemos nos comportar perante a todos estas modernidades  Por isso  quis compartilhar com voces este texto.  Inserido por Glacira Silva

O uso e o abuso do Whatsapp nas empresas

whatsappComo bem me escreveu um assinante de nossas mensagens semanais Motivação&Sucesso, “a ferramenta WhatsApp é excelente, facilita a comunicação, a interação e o compartilhamento de momentos felizes (fotos e vídeos) para pessoas que estão distantes”, porém diz ele,  “muitos grupos de WhatsApp, principalmente nas empresas, têm tido um efeito contrário”.

“É preciso ter muito cuidado com mensagens escritas, pois o que escrevemos chega de forma impessoal ao destinatário. Só mesmo escritores muito hábeis são capazes de passar a exata emoção naquilo que escrevem. Assim, quase sempre, a pessoa que nos lê numa mensagem digital, não reconhece a emoção que está por trás da mensagem e isso faz com que haja muitas interpretações equivocadas— o que têm provocado muita confusão.

Os funcionários de muitas empresas têm criado, espontaneamente, grupos de WhatsApp para facilitar a comunicação entre eles. No entanto, além das equivocadas interpretações, algumas atitudes antiéticas estão ocorrendo com frequência. É o caso de pessoas que mandam mensagens ou expõem pessoas a todo o grupo, quando o correto teria sido dar esse feedback diretamente à pessoa. Essa falta de bom senso no uso do WhatsApp e mesmo e-mails ou outras ferramentas digitais, estão criando situações de constrangimento com possíveis efeitos jurídicos nocivos para pessoas e empresas”.

O importante é termos consciência de que novas tecnologias alteram a forma de relacionamento entre as pessoas e mudam a própria forma de viver. Desde o advento do automóvel, do telefone, da televisão, do fax, do computador, do smartphone, etc. nossa vida tem mudado numa velocidade nunca antes experimentada pelo ser humano. Ao mesmo tempo em que o progresso nos traz enormes vantagens, é preciso saber utilizar as novas tecnologias. Elas não são boas ou más em si. Seu uso é que as torna mais ou menos benéficas.

Assim, antes de entrar de cabeça no uso de novas tecnologias, pense em como fará esse uso e tome muito cuidado com o que escrever ou postar digitalmente, pois uma vez escrito ou postado, só restará a você corrigir possíveis mal-entendidos e estragos.

Pense nisso. Sucesso! 
Postado por Glacira Silva

Avaliando sua habilidade na gestão de pessoas.

No link abaixo um quizz para avaliar sua habilidade na gestão de pessoas, uma tarefa muito importante, pois dela depende em muito o sucesso das empresas, elas são feitas principalmente por pessoas, e mantê-las motivadas e comprometidas é uma grande desafio para os gestores.
As empresas buscam perfis de lideres que consigam estarem sempre atentas às necessidades de seus colaboradores, e na retenção destes talentos.
Em contrapartida os colaboradores buscam empresas em que tenham oportunidades, condições de trabalhados, benefícios bem como renumeração de acordo com o mercado.
As empresas que consigam conciliar tudo isto, com certeza estarão com os melhores profissionais do mercado e passara a ser disputada, ou seja, não terá grandes dificuldades em selecionar sempre que necessário os melhores profissionais na área que em necessite de um profissional qualificado.

Por Vanderlei Eikoff Quaresma

Como se preparar para entrevistar um novo funcionário?

Colegas achei muito importante o tópico que segue no texto abaixo, revela o quanto as principais empresas (onde os salários, vantagens e oportunidades de crescimento profissional são maiores), as mesmas estão cada vez mais rigorosas nas avaliações dos perfis de seus futuros colaboradores, portanto todos devem estar atentos na correto preenchimento de seus currículos, colocando todas suas habilidades e experiências profissionais de forma clara e que correspondam a verdade.
Também uma preparação para as entrevistas é muito importante, desde uma roupa adequada, postura, raciocínio rápido e principalmente coerência em suas colocações.
Desta forma estaremos dando um grande passo, para o sucesso na entrevista de emprego e a frente do restante dos candidatos que não se prepararem.
As empresas também com estas exigências e controle na contratação de novos colaboradores, busca um acerto cada vez maior na contratação, com isto, reduzindo a rotatividade nos cargos e com funcionários cada vez mais comprometidos com as politicas da empresa, sendo uma empresa disputada por todos que buscam colocação no mercado de trabalho.
Como se preparar para entrevistar um novo funcionário?
Respondido por Gilberto Guimarães, especialista em gestão de pessoas.
A proposição da entrevista de emprego é ser apenas uma das fases da avaliação de um candidato. O ponto de partida é ter muito claro o que se espera do candidato, ou seja, o que está definido como descrição do cargo e das tarefas e o perfil, o mais detalhado possível, com as competências imprescindíveis. É fundamental definir critérios, processos e padrões para realizar a avaliação.
Tente traduzir as capacidades que o cargo exige em comportamentos, habilidades e atitudes. Por exemplo, se a descrição inclui a expressão “experiente”, decomponha o conceito em termos de comportamentos e atributos tais como: o conhecimento sobre os clientes, a capacidade de aplicá-lo por meio da comunicação e das habilidades interpessoais, da confiança para permanecer calmo e seguro de si em situações difíceis.
Como as entrevistas têm limitações, principalmente nas pesquisas referentes aos aspectos de personalidade, elas devem ser complementadas com outras técnicas e ferramentas de avaliação. O ideal é fazer testes antes da entrevista. Assim, é possível, adaptar as perguntas de acordo com o resultado dos testes.
Entrevistas detalhadas devem explorar toda a carreira do candidato. Elas permitem uma avaliação de cada fase profissional, das características e competências utilizadas e o que gostam e sabem fazer.
A melhor forma de se avaliar competências dos candidatos é por meio de suas realizações. Para isso, é importante levantar antes da entrevista tudo que ele já realizou, com base no currículo.
É importante também avaliar as interações sociais, pois preferências e estilos comportamentais precisam ser avaliados.
Na entrevista por competências, parte-se do pressuposto de que os comportamentos assumidos no passado, em uma determinada situação, serão os mesmos adotados no futuro. A estratégia da entrevista por competência é, portanto, uma pesquisa de comportamentos e resultados anteriores.
Como é necessário examinar o comportamento dos indivíduos, e não simplesmente as suas capacidades e experiências, a entrevista tem um conteúdo avaliativo com uma conotação maior para a análise dos comportamentos e sentimentos do indivíduo em relação às experiências e realizações já observadas.
As perguntas devem ser planejadas, abertas e focadas por temas para obtenção de informações que tenham contexto, ação e resultado. As respostas dadas pelos candidatos que não explicitem esses três requisitos são consideradas vagas e imprecisas, exigindo melhor averiguação.
Diante disso, torna-se importante utilizar outras perguntas que direcionam o entrevistado às suas experiências, vivências, emoções e atitudes passadas, tais como: o que ocorreu nessa circunstância, como você agiu ou reagiu diante de determinado fato, cite um exemplo do que você fez, qual ação você adotou ao deparar-se com determinada situação, como você resolveu tal fato.
São questões que ajudam a identificar – com contexto, ação e resultado – o comportamento dos candidatos diante das competências que serão consideradas importantes para a organização. Com isso pode-se fazer uma avaliação, uma previsão da atuação e do comportamento futuro do candidato.
Gilberto Guimarães é professor da BSP – Business School São Paulo.

Por Vanderlei Eikoff Quaresma.