São Paulo - O primeiro dia de trabalho sempre dá um frio na barriga. Seja
você o estagiário, seja o executivo de uma multinacional. É quando você vai
descobrir se tem sala, se seu e-mail já está ativado e como funcionam as regras
mais simples da empresa, como achar a vaga no estacionamento e se o almoço será
feito num refeitório ou no restaurante ali ao lado.
Os
momentos seguintes serão mais confortáveis, mas não menos intensos. Os 100
primeiros dias de trabalho poderiam ser chamados de dias das descobertas. Cada
reunião gera uma pergunta. Cada pergunta, uma resposta. Cada resposta, uma
dúvida. Ou várias.
Para o
executivo de RH, essas primeiras impressões têm um gosto especial. É a chance
que ele tem de ler a empresa com olhos ainda novos, entender a linguagem
corporativa, traduzir a cultura e, a partir daí, montar um plano para pôr a mão
na massa. Os executivos que participaram desse ensaio estão nessa fase de
descobrimento — e encantamento. Alguns chegaram tão recentemente que nem têm
cartão de visita.
Outros
acabaram de ultrapassar a barreira dos 100 dias. Todos, no entanto, têm em
comum passagens por grandes companhias, uma carreira já consolidada na área de recursos humanos e a mesma pressa em conhecer o negócio
e, principalmente, as pessoas. São elas o objeto de maior interesse desses
profissionais.
Há quem
preferiu pular a integração oficial da companhia só para montar sua agenda de
conversas. E elas começam desde um simples: ‘Quanto tempo você tem de empresa?’
até um diálogo mais estruturado sobre aspirações de carreiras.
Independentemente da forma como cada um desenhou sua rotina, todos já entraram
no time jogando. Sem muito tempo para o aquecimento.
Nesses
três primeiros meses, teve gente que já foi para o México duas vezes, já visitou
mais de uma vez a fábrica, participou de convenção de vendas ou está discutindo
o orçamento de 2015. Os 100 dias ficaram mais curtos e, na prática, na metade
desse tempo eles já viajaram tanto e fizeram tantas reuniões e conference call
que já nem lembram mais como era sua vida antes de adotar um novo sobrenome
corporativo.
Nome: Marciano Alessio da Silva
Chamou-me muita atenção nesta reportagem, pois foi bem isso que a autora Daniela Diniz comentou, pois aquele frio na barriga é inevitável para qualquer pessoa que tem seu primeiro dia de trabalho. O nervosismo fica à flor da pele, pois se depara com novos desafios e o medo, que vá fazer algo errado não tem como explicar, mas depois que passa alguns dias vai se acostumando e vai começando agir naturalmente.
ResponderExcluirPor: Marciano Alessio da Silva
Importantes dicas de como se portar nesses primeiros momentos onde a busca por entender o ambiente ingressado gera enormes expectativas e o saber lidar com as pessoas é de suma importância para causar uma boa impressão e desempenhar um bom trabalho.
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